Brigitte Helm, A Deusa Eterna De Yoshiwara!!!

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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Resenha de Filme - Quarteto Fantástico

Quarteto Fantástico. Desta Vez, Bem Mais Tenso.
E saiu o novo “Quarteto Fantástico”. As expectativas sobre este filme não eram as melhores. Confesso que até pensava em não ver a película. Mas, de última hora, decidi enfrentar a experiência. E o resultado, qual foi?
Bom, devo dizer que o filme, apesar de não ser essa maravilha toda, foi mais do que eu esperava. Fui ao cinema com a versão anterior do “Quarteto Fantástico” na cabeça, que até foi engraçadinha no primeiro filme, digno de ficar repetindo ad infinitum nas Sessões da Tarde e Temperaturas Máximas da vida (como realmente ocorreu) e que encheu o saco na sua continuação. A única coisa realmente boa lá foi a Jessica Alba. E aí, a gente acha que essa nova versão ia nos mesmos passos engraçadinhos da última. Ledo engano. Em primeiro lugar, foi bom ver atores como Jamie Biel (que ficou famoso como o menino dançarino “Billy Elliot” há alguns anos atrás), Milles Teller (que arrebentou em “Whiplash”) e Michael Jordan (de “Fruitvale Station”). Eles interpretaram, respectivamente, Ben Grimm (“A Coisa”), Reed Richards (o Dr. Fantástico) e Johnny Storm (“O Tocha Humana”). O papel de Sue Storm (“A Mulher Invisível”), ficou a cargo de Kate Mara, que tinha uma carinha de empada (aqui eu realmente preferi a Jessica Alba). Assim, os protagonistas do filme foram atores que já tiveram em seu currículo bons papéis dramáticos, o que já é um ponto para o filme.
E a história em si? Dessa vez, a coisa ficou mais focada num momento onde os aspirantes a super-herói estavam em seus dias de juventude. Eles eram quatro pós adolescentes outsiders por excelência, que são trazidos pelo Dr. Franklin Storm (isso mesmo, o papai da Mulher Invisível e do Tocha Humana!) para um projeto de teletransporte, que leva a um mundinho estranho numa outra dimensão. Ah, para completar os pós adolescentes, também estava o mais arredio, megalômano e melancólico deles, um tal de Victor Van Doom (interpretado por Toby Kebbell, que interpretou Koba em “O Planeta dos Macacos, o Confronto”). Após alguns testes com chimpanzés para o teletransporte, os próprios adolescentes foram para a dimensão paralela. Mas lá a coisa obviamente degringolou e...
Longe de ser engraçadinho como a versão anterior de “Quarteto Fantástico”, esse novo filme não tem qualquer arroubo de humor. É uma história que tem a pretensão de ser séria e com muito suspense, deixando a película cheia de momentos muito tensos, sobretudo na esperada luta do quarteto contra o Dr. Doom. Adquirir superpoderes não foi lá uma experiência muito agradável, pelo contrário, sendo até um tanto dolorosa, tanto física quanto mentalmente, o que deu um novo colorido ao filme. Situações conflituosas entre os super-heróis também enriqueceram a trama, sendo dignas de registro. Foi de se lamentar o pouco espaço dado à vilania do Dr. Doom, muito mais marcante que na versão anterior. Aqui seria até boa uma continuação para esse novo Quarteto Fantástico, para que esse vilão fosse um pouco mais trabalhado. Ele dá pano para a manga. Outro problema é que o filme foi um pouco curto, a história poderia ter sido um pouco mais elaborada, principalmente em sua segunda metade. Algumas coisas ficaram mal contadas. O que era aquele mundo paralelo, afinal?

De qualquer forma, esse novo “Quarteto Fantástico”, com essa roupagem mais séria e de suspense, não ficou de todo ruim. É uma história que pode ser melhorada, se ela tiver fôlego para uma continuação. Há uma boa ideia. Só se precisa colocar a mão na massa para melhorá-la. Foi uma boa proposta que não foi desenvolvida em toda a sua potencialidade. Vamos ver se isso será possível no futuro.

Cartaz do filme

"Cast".

Encarando dimensões paralelas

Um Doom bem mais sinistro...

Uma selfie que vale por quatro...

Os antigos eram mais engraçadinhos

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