Brigitte Helm, A Deusa Eterna De Yoshiwara!!!

Brigitte Helm, A Deusa Eterna De Yoshiwara!!!
Brigitte Helm, A Deusa Eterna De Yoshiwara!!!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Você Conhece Jackson Pollock????

Olá!!!! Hoje vou falar de um pintor expressionista americano da  década de 1940: Jackson Pollock. Ele ficou conhecido por seus grandes quadros onde ele fazia grandes pingos e traços de tinta, realizando bonitas composições de grande impacto visual.. Geralmente, ele colocava grandes pedaços de tecido no chão e ia jogando as tintas. Os mais clássicos dirão que é só um monte de tinta jogada na tela, mas é muito interessante os efeitos de cor que seus quadros possuem e como ele trabalha as cores e suas tonalidades. Bom, gostando ou não, ninguém fica indiferente. Quanto à sua vida, há um filme onde Ed Harris o interpretu e foi passada uma imagem de um homem atormentado e alcoólatra, que sofria muito com crises de criação. Vale a pena dar uma olhada nesse filme. Lá, também é mostrado que ele se suicida provocando um acidente de carro quando o dirigia com duas adolescentes dentro. Uma delas acabou morrendo também. Apesar de sua história trágica, ficaram as obras dele, que era um grande artista. Segue agora suas pinturas e, ao final, coloquei um pequeno texto que achei na internet em inglês sobre ele. Me desculpem, mas fiquei com preguiça de traduzir... Espero que gostem...

On the floor I am more at ease, I feel nearer, more a part of the painting, since this way I can walk around in it, work from the four sides and be literally `in' the painting.
-- Jackson Pollock, 1947.
Pollock, Jackson (1912-56). American painter, the commanding figure of the Abstract Expressionist movement.
He began to study painting in 1929 at the Art Students' League, New York, under the Regionalist painter Thomas Hart Benton. During the 1930s he worked in the manner of the Regionalists, being influenced also by the Mexican muralist painters (Orozco, Rivera, Siqueiros) and by certain aspects of Surrealism. From 1938 to 1942 he worked for the Federal Art Project. By the mid 1940s he was painting in a completely abstract manner, and the `drip and splash' style for which he is best known emerged with some abruptness in 1947. Instead of using the traditional easel he affixed his canvas to the floor or the wall and poured and dripped his paint from a can; instead of using brushes he manipulated it with `sticks, trowels or knives' (to use his own words), sometimes obtaining a heavy impasto by an admixture of `sand, broken glass or other foreign matter'. This manner of Action painting had in common with Surrealist theories of automatism that it was supposed by artists and critics alike to result in a direct expression or revelation of the unconscious moods of the artist.
Pollock's name is also associated with the introduction of the All-over style of painting which avoids any points of emphasis or identifiable parts within the whole canvas and therefore abandons the traditional idea of composition in terms of relations among parts. The design of his painting had no relation to the shape or size of the canvas -- indeed in the finished work the canvas was sometimes docked or trimmed to suit the image. All these characteristics were important for the new American painting which matured in the late 1940s and early 1950s.




domingo, 5 de fevereiro de 2012

Filmes que você tem que ver antes de morrer (1) - DUNA

Olá a todos. Hoje vou inaugurar mais uma seção aqui no blog. Como todos já sabem, cinema aqui merece destaque especial e, inspirado naquela publicação "1001 filmes para se ver antes de morrer" (acho que o título é esse), farei a seção "Filmes que você tem que ver antes de morrer". Hoje, vou começar com uma produção do Dino de Laurentis (o mesmo que, se não me engano, dirigiu Conan) e a dirreção de David Lynch, "Duna",baseado no livro de ficção científica de Frank Hebert.
Por que ver esse filme? Essa história é muito conhecida entre os admiradores de ficção científica e o filme era para ser uma grande superprodução. Mas  o filme se tornou um fiasco pois os fãs do livro o acusaram de não ser fiel à história (como sempre dizem) e a história era complexa demais sendo exibida num longa de cerca de três horas de duração. Além disso, Lynch retirou seu nome dos créditos do filme, pois ele achou que o longa sofreu muitas alterações sem sua autorização. O mesmo Lynch, que negou a direção de "O Retorno de Jedi" para se dedicar totalmente ao projeto de "Duna", que foi produzido em 1984. O elenco não conta com nomes muito conhecidos, mas temos figuras como Max von Sydow (o ator dos filmes de Ingmar Bergman, não preciso dizer mais nada),Sting (o cantor mesmo, que dá umas incertas no cinema algumas vezes, ele é meio estrelinha, coisa de ex-professor de história) e Patrick Stewart (isso mesmo, o capitão Picard ou professor Xavier, como desejarem). Mesmo com todos esses reveses, posso dizer que o filme é bem interessante. Ele conta a história de um império composto por cinco planetas, que foi dominado pelas máquinas no passado e os humanos retomaram o controle, depois de criar duas instituições racionais para resguardar o pensamento humano. Uma era composta de sacerdotisas e outra era composta de cientistas guardiões da linguagem matemática. As outras forças eram o imperador e duas dinastias principais em guerra: os Atreides e os Harkonnen. O imperador se reuniu aos Harkonnen para destruir a dinastia Atreides, que havia assumido o controle do planeta arenoso Duna, que possuía uma especiaria que provocava a longevidade nas pessoas, além de permitir viagens em dobra espacial. O líder do clã dos Atreides, o duque Leto Atreides teve um filho com uma concubina que era da liga das sacerdotisas. Estas controlavam o nascimento das pessoas, pois um "escolhido" por Deus chegaria. Assim, a concubina de Leto Atreides foi proibida de ter filhos homens. Mas ela desrespeitou isso e teve um filho homem, Paul Atreides, que é o herói do filme. A dinastia Atreides foi dizimada em Duna, mas Paul Atreides sobrevive com sua mãe e descobre que é o escolhido. Ele faz uma aliança com o povo nativo de Duna e monta um exército para derrotar o Imperador e os Harkonnen, que assumiram o controle do planeta. Mas o exército só será bem sucedido se Atreides dominar os gigantescos vermes do deserto, que são usados na extração da especiaria. Dominar os vermes é dominar a especiaria e dominar a todos. Impossível não fazer uma associação entre a ficção científica (esse sistema de cinco planetas aparece como um pano de fundo) e aquilo que vemos em História concernente ao feudalismo, absolutismo e Grandes Navegações. Guerras feudais, buscas desenfreadas por especiarias, alianças entre senhores feudais e líderes absolutos, além de um forte conteúdo religioso marcam muito essa produção que pode ser usada como uma porta de acesso para o universo de "Duna", que rendeu uma produção mais recente e, se não me engano, até uma série de TV. Mas acho que uma ida aos sebos para procurar os livros de Duna (isso mesmo, Duna foi apenas o primeiro livro!) é a melhor forma de explorar essa história complexa e interessante. Vale a pena conferir esse filme!!! Ah, a trilha sonora também é muito legal, feita por caras como Toto e Brian Eno...
Sting, todo afetado no filme. Ia ter uma cena com ele nu, mas desistiram da ideia (ufa!)
 
Olha só o tamanho do verme que o Paul Atreides teve que dominar!!!!


domingo, 6 de novembro de 2011

Novo Blog - Ateliê Lohse (artes plásticas)

Olá a todos! Eu iniciei um novo blog onde eu divulgo mohas humildes contribuições em artes plásticas. Vejam meus quadros em: www.atelielohse.blogspot.com  e deem suas opinões nos comentários. Abração!!!! Carlos....