Brigitte Helm, A Deusa Eterna De Yoshiwara!!!

Brigitte Helm, A Deusa Eterna De Yoshiwara!!!
Brigitte Helm, A Deusa Eterna De Yoshiwara!!!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Resenha de Filme - Ela Vai

Ela Vai... E Foi Mesmo!!!!
Você já pensou em fugir de sua rotina simplesmente andando por aí e, então, uma sequência de acontecimentos fazer com que você não consiga mais voltar para a sua vida normal de antes? Essa é a sinopse mais fiel de “Ela Vai”, um filme francês estrelado pela eterna diva Catherine Deneuve. Mesmo já na terceira idade, essa atriz ainda arranca suspiros e lembra os tempos antigos quando a gente ia ao cinema ver um filme exclusivamente por causa de um ator. A história do filme fala sobre uma dona de restaurante, Bettie (interpretada por Deneuve), viúva e que vive com a mãe, coruja como ela só. E é a própria mãe que lhe dá a má notícia: o namorado de Bettie tem uma amante. Isso faz com que Bettie entre em parafuso e, no dia seguinte, largue o restaurante em plena hora do almoço para simplesmente sair por aí de carro. A partir desse momento, o filme mostra várias situações que fogem completamente à rotina. Vemos Bettie conversando com um fazendeiro que enrola um cigarro de palha para ela (sim, o filme é uma apologia inveterada ao tabagismo, muita gente fuma nesse filme), Bettie procura cigarros para vender num night club, conhece um cara mais jovem, se embebeda e passa uma noite com ele, cujo principal defeito é ter um amigo que imita um... javali (!!!), além de outras situações. Descobrimos nesse road movie à europeia que Bettie tem uma filha com quem se relaciona mal e que precisa ir a uma entrevista de emprego. Para isso, precisa enviar seu filho para seu avô paterno. E ela, como avó materna, vai levar o neto para esse avô. A viagem, então, toma um novo rumo, onde avó e neto, que até então não se conheciam, irão começar a se relacionar, com todos os conflitos de gerações e o conflito mãe-filha interferindo no conflito avó-neto. No meio disso tudo, ainda vai haver uma sessão de fotos comemorativa as misses da década de 60. Bettie era a miss Bretanha e vai a essa sessão de fotos (aqui, podemos ver uma foto de Deneuve bem jovem, o que já vale o ingresso do filme). Um desmaio de Bettie na sessão de fotos vai fazer com que ela conheça o avô do menino, inicialmente um homem muito duro e prefeito de sua cidadezinha, mas que, com o tempo, começa um affair com Bettie. O filme ainda terá uma grande reunião familiar, onde as desavenças e diferenças serão discutidas e (parcialmente) acertadas.

Ufa! Dá para perceber que o filme é bem movimentado! A grande variedade de situações faz com que o filme não fique monótono e prenda a nossa atenção o tempo todo. Filme sem rotina e variado como a vida da própria Bettie, que teve vários relacionamentos e amantes, o que ajudava a entender os conflitos com a filha, embora a garota também fosse um pouco surtada. Assim, podemos dizer que o filme merece ser visto não só pela presença de Deneuve (só a presença dela justifica assistir qualquer filme), mas também por um roteiro que mostra uma novidade a cada minuto, em virtude da grande variedade de situações que ele apresenta. A vida de Bettie nunca mais foi nem será a mesma. Isso porque “ela foi”... e como foi!!!!

Cartaz do Filme


Bettie com o neto.


Bettie com a filha



Romance na Terceira Idade.



As misses!!!! Muito elegantes!!!!


Catherine Deneuve, ainda lindíssima!!!!

Nos áureos tempos!!!!!

UAU!!!!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Resenha de Filme - Eu Não Faço a Menor Ideia do que tô Fazendo com a Minha Vida

Eu Não Faço a Menor Ideia do que Tô Fazendo Com a Minha Vida. E Você?

Incertezas, inseguranças, fraquezas. E a única certeza de que nós humanos temos apenas a nós mesmos. Essa é a principal lição deste filme brasileiro de título quilométrico (“Eu não faço a menor ideia do que tô fazendo com a minha vida”). A protagonista do filme, Clara (interpretada por Clarice Falcão, filha do roteirista e escritor João Falcão) é uma pós-adolescente que não tem um rumo para a sua vida. Ela é obrigada a fazer uma faculdade de medicina, por pressão familiar, mas não quer isso para ela e mata sistematicamente as aulas, numa faculdade que fica incrustada dentro de um shopping center. A impressão inicial é a de uma menina irresponsável, inconsequente, mimadinha e que leva a vida numa enorme brincadeira. Mas, pouco a pouco, essa impressão vai se desvanecendo e o filme atinge temas mais profundos como a natureza das relações humanas. Perdida num boliche do shopping, ela é encontrada por um rapaz que se interessa por ela e começa a ouvir todas as inquietações da menina, que está totalmente perdida em tudo na vida. Por não querer fazer medicina, Clara procura pensar em outras profissões para a sua vida. E, nessa procura, ela começa a ter um contato mais próximo com seus familiares, que exercem diversas profissões. Ao invés de saber um pouco mais sobre profissões, ela passa a conhecer mais a vida de seus parentes e suas inquietações, algo que lhe era vedado, pois seu próprio pai se afastou de sua família. Falando nisso, a relação entre Clara e seus pais era asséptica e distante, algo que nos ajuda a entender porque Clara é tão indecisa em sua vida. Apesar de o filme ter uma sinopse que se aproxima muito mais de um drama, temos na verdade alguns momentos de uma boa comédia, pois sentimos que as situações do filme soam muito familiares para o público, que acaba até rindo de si próprio. A situação torna-se mais tensa quando o pai descobre que a menina mata as aulas, o que provoca a ida da mãe para a casa de uma amiga (e isso depois de os pais reatarem, muito mais em virtude de a menina ter um núcleo familiar do que qualquer coisa). O pai a pune com um castigo que é não ver televisão no quarto (apesar de a menina não fazer isso há muito tempo, numa mostra do distanciamento da relação entre pai e filha). Clara reage tendo um conversa severa com o pai reclamando de todo o distanciamento da relação familiar que o pai provocou, o distanciamento com os parentes provocado pelo pai, a desistência de pai e mãe na busca pela felicidade, etc. O pai, então, pede desculpas e fala para a filha o título do filme, numa mostra de que a jovem Clara não é a única indecisa na trama. Pois é. No fim, todos somos humanos, não temos certeza de nada sobre o que fazemos e temos um medo desgraçado de errar em nossas decisões. Mas aí fica o que o avô de Clara (interpretado por Daniel Filho) disse: vamos errar muito na nossa vida, mas não podemos ter medo disso. Um de seus amigos, que aparentemente tomou todas as decisões corretas na vida, era o cara mais chato que ele havia conhecido. Por isso, não importa a idade, a experiência ou capacidade que tenhamos adquirido ao longo da vida; sempre estamos sujeitos a escolhas erradas e precisamos enfrentá-las. E, para podermos levar esses revezes numa boa, precisamos da ajuda das pessoas, que passam pelos mesmos problemas. Uma bela lição de vida num filme aparentemente despretensioso, fofinho e engraçadinho. Ah, a e presença da Clarice Falcão já vale muito!!!! 

Cartaz do Filme

A bela Clarice Falcão: Futuro Promissor...

Com Leandro Hassum...

Clara busca um rumo para a sua vida...

domingo, 12 de janeiro de 2014

Resenha de Filme - Carrie, a Estranha (2013)

Carrie e o Cyber Bullying.

E temos a nova versão de “Carrie, a Estranha”. A história de Stephen King fala de uma menina atormentada por sua mãe, religiosa ao extremo, e que comete flagelos em seu próprio corpo em virtude de seu fanatismo religioso. Como não fosse suficiente, a natureza altamente inibida e fechada de Carrie ainda é estranhada por suas colegas de escola que a hostilizam sem perdão. Desde cedo, Carrie nota que em seus momentos de desespero ela consegue mover e destruir objetos. Ela começa então a estudar telecinese (o dom de movimentar objetos com a força do pensamento) mais a fundo e domina seu dom sobrenatural de mover objetos. Pronto! Ela agora tem poderes suficientes para liquidar impiedosamente todos os seus detratores, principalmente quando recebe um banho de sangue de porco em sua festa de formatura, onde massacra sem pena todos aqueles que riem de sua humilhação. Definitivamente, o melhor filme contra bullying que já vi.  Devemos nos lembrar que esta não é a primeira versão deste filme. Há, ainda, a versão mais antiga com a Sissy Spacek (1976) e “A Maldição de Carrie” (1999). A versão de 2013 vem desta vez com elementos mais de nossa era digital, onde a atormentada menina sofre cyber bullying. Ao menstruar no banheiro das meninas e receber uma chuva de absorventes e O. B., ela também é filmada por um smartphone e um perfil dela é criado numa rede social. Um ponto interessante na história é a permissividade do pai com para com a algoz de Carrie, numa denúncia de que muitos casos de violência contra alunos nas escolas conta com a cumplicidade dos pais. É notável perceber como este problema não se limita ao sistema educacional de um ou outro país e é bem mais geral do que se parece. Assim, o upgrade de “Carrie, a Estranha” nunca foi tão pertinente quanto a questões tão atuais.
No mais, a interessante história de Stephen King torna-se ainda mais interessante pela computação gráfica e seus efeitos, algo que não existia na época do primeiro filme, com a Sissy Spacek. Carrie levanta pessoas, faz flutuar livros, camas, carros, provoca explosões, racha todo o asfalto da rua, além de lançar a cara de seus inimigs contra para-brisas, para o delírio da plateia que assistia a sessão.
Destaque deve ser dado a brilhante atuação da atriz Juliane Moore, no papel da mãe evangélica inveterada de Carrie. A gente fica com uma raiva danada da mulher, sinal de que a atuação dela é muito boa. Tal personagem nos mostra os perigos que o fanatismo religioso pode proporcionar. Pois mais absurdas que sejam as situações mostradas no filme quanto às atitudes da mãe de Carrie, nunca devemos nos esquecer de que “a vida imita a arte” e que tais atos tresloucados fictícios têm seus fundos de realidade nas profundezas de algumas almas e em lugares mais remotos (ou nem sempre tão remotos assim, pois tais coisas podem estar mais próximas de nós do que podemos imaginar).

De qualquer forma, para quem gosta do gênero terror, a nova versão de “Carrie, a Estranha” é uma boa sugestão e vale a pena dar uma conferida. Só para dar uma pequena gozadinha de leve nos fãs de Star Wars: Carrie movimentava objetos com muito mais desenvoltura do que Obi Wan Kenobi ou Anakin Skywalker...

Sinistra!!!!!

Sangue para todo o lado!!!

Juliane Moore (mãe de Carrie) deu um show!!!!

As três versões de Carrie no cinema... Sissy Spacek (1976)  parece a mais psicótica de todas!!!!

sábado, 11 de janeiro de 2014

Resenha de Filme: O Estranho Caso de Angélica

Tradição, Modernidade e Ectoplasma: O Estranho Caso de Angélica.

O filme “O Estranho Caso de Angélica”, do consagrado cineasta português Manoel de Oliveira chegou a grande tela depois de muito tempo de espera. O filme conta a história de um fotógrafo judeu de nome Isaac, que é chamado às pressas para fotografar uma jovem chamada Angélica que morreu precocemente e jaz sorridente em seu leito de morte. A partir daí, a vida do pobre fotógrafo se transforma radicalmente, pois ao tirar fotos da menina morta, ela “acorda” e dá sorrisos a ele. Seu susto inicial vai sendo substituído por um fascínio que leva a uma paixão, chegando às raias da obsessão doentia e do desespero, pois o fotógrafo Isaac somente pode confortar sua paixão nas grades fechadas do portão do cemitério onde Angélica está enterrada. Durante o dia, Isaac anda como um zumbi sem rumo, à procura de sua amante morta, o que desperta fofocas entre as pessoas do povoado onde ele está. Devemos nos lembrar que ele é um judeu se comportando de forma estranha num povoado português onde todos são católicos praticantes, gancho que Oliveira usa para falar do estranhamento e preconceito para com o outro. Durante a noite, Isaac já está mais próximo de sua amada, pois seu pequeno quartinho de pensão está repleto de fotos de Angélica que se movimentam. E a própria figura fantasmagórica de Angélica surge na sacada buscando a alma de Isaac para dar umas voltinhas aéreas por aí. É literalmente um amor à primeira vista e uma paixão muito bem correspondida do outro mundo! Com esse êxtase ectoplásmico, a vida material de Isaac fica cada vez mais sem sentido e ele caminha a passos largos para a morte e para os braços de sua amada Angélica. Mas, além de uma inusitada história de amor, Oliveira também aborda outros curiosos temas. O motivo pelo qual Isaac está na pequena aldeia é para retratar o trabalho artesanal dos agricultores em vinhas, algo que está em vias de extinção em virtude da modernização e mecanização da agricultura. Aliás, o embate tradição X modernidade é um tema desenvolvido com muita maestria no filme. Isaac, um jovem rapaz, se interessa em registrar elementos culturais antigos, como o trabalho nas vinhas de agricultores que usam enxadas e cantarolam para manter o ritmo de trabalho. Há um trabalhador que só canta as canções, que são retrucadas por um uníssono “Pumba!” ecoado pelos trabalhadores que golpeiam o chão com as enxadas, algo visto com desdém pelos próprios moradores da aldeia que não se preocupam com suas tradições, como faz a dona da pensão onde Isaac está hospedado e que estranha o interesse do jovem fotógrafo naqueles agricultores altamente rústicos. Elementos de tradição também podem ser vistos nos preconceitos já citados que os católicos nutrem contra nosso pobre e atormentado Isaac, que é judeu. Em contrapartida, há o núcleo de modernidade do filme, este composto por homens idosos que são cientistas, engenheiros, fazem pesquisa de ponta e têm altas discussões filosóficas sobre temas que vão da política à astrofísica. É curioso notar a presença de uma engenheira brasileira neste núcleo de personagens. Será que essa personagem está dentro daquela concepção de que, para ser moderno, deve-se aceitar incondicionalmente o estrangeiro? Outro dado curioso está no diálogo entre esses renomados cientistas sobre a situação econômica de Portugal, como se toda a modernidade presente nem sempre fosse benéfica de todo. Ao analisarmos todos os elementos que permeiam esse filme, devemos aplaudir, e muito, esse diretor que é Manoel de Oliveira, pois mesmo do alto de seus 103 anos, ele continua atual, reflexivo, crítico e, acima de tudo, muito criativo. Definitivamente, é um dos grandes diretores do cinema português.

Cartaz do Filme


Isaac, um rapaz muito atormentado e apaixonado


Isaac e Angélica dando uns voos por aí


Manoel de Oliveira, o Cara!!!!


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Resenha de Filme: O Mordomo da Casa Branca

Quem não vive para servir não serve para viver.
A América como ela é. Conservadorismo, direita e racismo travestidos de democracia somente para os brancos WASP (sigla em inglês para a expressão branco, anglo-saxão e protestante). Essa é a impressão inicial do filme “O Mordomo da Casa Branca” (The Butler), estrelado pelo “Academy Award Winner” e excelente Forest Whitaker. Vemos aqui a história de Cecil Gaines, um menino negro do sul dos Estados Unidos que trabalha como empregado numa fazenda que cultiva algodão. O filho do proprietário da fazenda estupra a mãe de Cecil (interpretada por uma gorda e deformada Mariah Carey que, praticamente entrou muda e saiu calada do filme) e, não satisfeito, ainda mata o seu pai, numa mostra de que a vida dos negros da primeira metade do século XX nos Estados Unidos estava totalmente à mercê dos brancos e suas vontades. O menino é então adotado pela matriarca da fazenda (interpretada pela veterana artista Vanessa Redgrave) que o inicia na criadagem e na arte de servir. Depois de alguns anos, ele abandona a fazenda, pois, como adolescente, já não tem a proteção que a criança negra da Casa Grande tem e, para não ser assassinado, ganha o mundo. Ao tentar assaltar uma confeitaria, é flagrado pelo empregado negro que o acolhe e lhe dá oportunidades de trabalhar no comércio, sempre servindo as pessoas. Daí, sua carreira se desenvolve até chegar a ser mordomo da Casa Branca. A vida, que pareceria um mar de rosas a partir daí, tem ainda muitos lances dramáticos, como a crise conjugal na vida de Cecil que a dedicação ao emprego provoca (a esposa de Cecil é interpretada pela multimídia Oprah Winfrey) e as severas crises de relacionamento entre Cecil e seu filho mais velho, Louis (interpretado por David Oyelowo). Louis decide estudar no sul dos Estados Unidos e se torna politicamente engajado, estando ligado a Martin Luther King num momento, e aos Panteras Negras em outro, indo para a prisão várias vezes, para desespero de sua família, que assiste tudo à distância. Seu pai, em contrapartida, procura não se engajar politicamente para garantir seu emprego de mordomo, engolindo todo tipo de humilhações para poder sustentar a família. Tudo isso tendo pano de fundo a história dos Estados Unidos ao longo do século XX, principalmente no que tange à questão racial. O filme tem um grande mérito: aborda o racismo em toda a sua intolerância, agressividade e violência, onde o próprio espectador sente-se agredido ante à tantas situações ultrajantes que os brancos impõem aos negros. As posições de pai e filho também são relativizadas no filme. Fica bem claro que o pacifismo de Martin Luther King é valorizado e a violência dos Panteras Negras é condenada (ao melhor estilo manifestação pacífica X “Black Blocs” que vimos nos últimos tempos) ao encontrarmos Louis jantando na casa dos pais com sua namorada num gigantesco penteado “black power” e soltando arrotos à mesa, num comportamento que choca os pais inseridos numa vida burguesa, apesar do racismo que sofrem. Por outro lado, o próprio Martin Luther King valoriza os procedimentos do pai mordomo de um envergonhado Louis, dizendo que conquistar a confiança dos brancos e os conhecer a fundo também pode ser visto como uma estratégia de luta (impossível não comparar tal situação com a dos escravos no Brasil Colonial que, em algumas situações, se aproximavam dos seus senhores, conquistando-lhes a confiança, ao denunciar planos de fuga de escravos, por exemplo, ganhando prêmios como comida extra no almoço, um pedacinho de terra para plantar e viver com a família no engenho e até a sua liberdade). Apesar dessa relativização, pai e filho somente se aproximam quando o Cecil pede demissão de seu emprego e também se engaja politicamente com o filho. Como todo o filme americano que se preza, o “happy end” está garantido, com a apoteose “we can” de Barack Obama, numa espécie de vitória final dos negros na sociedade americana. Outra nota curiosa do filme é o desfile de presidentes americanos, onde a constante é o conservadorismo e o racismo, exceção aberta a Kennedy e, talvez, Eisenhower. Jimmy Carter somente em imagens de arquivo é uma ausência sentida. Talvez o episódio da embaixada dos Estados Unidos no Irã em 1979 tenha sido contundente demais para o seu já combalido carisma. A caracterização de Alan Rickman na pele de Reagan, assim como a de Jane Fonda na pele de Nancy Reagan impressionam. Destaques também para Cuba Gooding Jr. e Lenny Kravitz (!), que trabalhavam na equipe de mordomos.
Dramas pessoais e história da América. Racismo e luta pela liberdade. Bom elenco e interpretações primorosas. Tudo isso faz de “O Mordomo da Casa Branca” um bom filme.


Forest Whitaker e Oprah Winfrey



quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Minúcias Celulares (1)

Olá. Quero começar 2014 revirando meu baú virtual. Dei uma olhada numa pasta de arquivos com antigas fotos de celular que passei para meu netbook. E voltarei a fazer uma sessão mais visual com essas fotos que chamarei de "minúcias celulares". Neste primeiro capítulo, algumas florzinhas dos fundos do ciep onde trabalho em Casimiro de Abreu...