Brigitte Helm, A Deusa Eterna De Yoshiwara!!!

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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Voce Conhece Violeta Parra?

Hoje eu vi um filme que muito me impressionou: "Violeta foi para o céu", sobre a vida da artista folclorista chilena Violeta Parra, uma mulher admirável que levou a voz do povo para a cultura chilena e para o mundo. Foi cantora, compositora, artista plástica e fazia viagens pelo Chile registrando e resgatando canções populares. Teve uma vida muito intensa e sofrida, originada das camadas populares, e cometeu suicídio em 1967. Um filme muito tocante que recomendo imensamente que vejam. Estreou hoje no Rio de Janeiro. Vamos colocar algumas de suas obras em artes plásticas aqui e a biografia de sempre da Wikipédia:


Violeta Parra
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Violeta del Carmen Parra Sandoval (San Carlos, 4 de outubro de 1917Santiago do Chile, 5 de fevereiro de 1967) foi uma compositora, cantora, artista plástica e ceramista chilena, considerada a mais importante folclorista daquele país e fundadora da música popular chilena.

 Biografia
Nasceu em San Carlos, província de Ñuble. Realizou seus estudos escolares até o segundo ano do secundário, abandonando-os em 1934, para trabalhar e cantar com seus irmãos em bares e circos, desenvolvendo uma importante carreira musical, como autodidata, a partir dos 9 anos.
Em 1938, casou-se pela primeira vez e dessa união, teve dois filhos, Isabel e Ángel, que também viriam a se tornar compositores e intérpretes importantes.
Viveu em Valparaíso entre 1943 e 1945, e voltou a Santiago, para cantar junto com seus filhos. Em 1949 voltou a se casar e teve duas filhas dessa nova união. Em 1952 começou a pesquisar as raízes folclóricas chilenas e compôs os primeiros temas musicais que a fariam famosa. Em 1954, quando já tinha o seu próprio programa de rádio, começou um rigoroso estudo das manifestações artísticas populares. Durante o ano de 1955 visitou a União Soviética, Londres e Paris, cidade onde residiu por dois anos. Realizou gravações para a BBC e os selos Odeón e "Chant du Monde". Em 1957 radicou-se em Concepción, voltando a Santiago no ano seguinte para começar sua produção plástica. Percorreu todo o país, recompilando e difundindo informações sobre o folclore. Em 1961, mudou-se para a Argentina, onde fez grande sucesso com suas apresentações. Voltou a Paris e ali permaneceu por três anos, percorrendo várias cidades da Europa, destacando-se suas visitas a Genebra. Em 1965 voltou ao Chile, viajou para a Bolívia e, ao regressar a seu país, instalou uma grande tenda na comuna de La Reina, com o plano de convertê-la em um centro de referência para a cultura folclórica do Chile, juntamente com os filhos, Ángel e Isabel, e os folcloristas Patricio Manns, Rolando Alarcón e Víctor Jara, entre outros. No entanto, a iniciativa não obteve sucesso.
Emocionalmente abatida pelo fracasso do empreendimento e pelo dramático final de um relacionamento amoroso, Violeta Parra suicidou-se em 5 de fevereiro de 1967, na tenda de La Reina.
Política
Violeta Parra pode ser considerada a mãe da canção comprometida com a luta dos oprimidos e explorados, tendo sido autora de páginas inapagáveis, como a canção "Volver a los 17", que mereceu uma antológica gravação de Milton Nascimento e Mercedes Sosa. Outra de suas canções, "La Carta", cantada em momentos de enorme comoção revolucionária, nas barricadas e nas ocupações, tem entre os seus versos o que diz "Os famintos pedem pão; chumbo lhes dá a polícia". Mas suas canções não apenas são marcadas por versos demolidores contra toda a injustiça social. O lirismo dos versos de canções como "Gracias a la vida" (gravada por Elis Regina) embalou o ânimo de gerações de revolucionários latino-americanos em momentos em que a vida era questionada nos seus limites mais básicos, assim como a letra comovedora de "Rin de Angelito", quando descreve a morte de um bebê pobre: "No seu bercinho de terra um sino vai te embalar, enquanto a chuva te limpará a carinha na manhã".

domingo, 3 de junho de 2012

Você Conhece Gabriele Münter?

Esta semana vamos falar de uma importante artista do movimento expressionista "Der Blaue Reiter" (O Cavaleiro Azul): Gabriele Münter. Seguem alguns de seus quadros e a biografia de sempre da Wikipédia...


Gabriele Münter
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Gabriele Münter (Berlim, 19 de fevereiro de 1877 - Murnau am Staffelsee, 19 de maio de 1962) foi uma pintora alemã do expressionismo, fotógrafa e salvadora das pinturas do movimento Blaue Reiter durante a Segunda Guerra Mundial.


Vida
Os pais de Münter tinham boa posição econômica e apoiaram a sua educação artística com mestres privados. Em 1897, assistiu a uma escola de arte para mulheres em Düsseldorf. Posteriormente empreendeu uma viagem de dois anos pelos Estados Unidos com a sua irmã e ao regressar em 1901 estabeleceu-se em Munique. A Academia de Belas Artes de Munique não estava aberta para mulheres, pelo qual continuou os seus estudos numa associação feminina de pintura da cidade. Logo se cansou da educação na associação, pelo qual mudou-se para a escola progressiva de arte Phalanx, na qual trabalhava Wassily Kandinsky.
No verão de 1903 durante uma estadia em Kallmünz, Kandinsky comprometeu-se em matrimônio com Münter, apesar de estar ainda casado, fato que ocultam aos outros membros da escola Phalanx. Münter vive abertamente com Kandisnky como amante,  pois ele não se divorcia até 1911. Viveram juntos até 1917 e empreenderam várias viagens, incluindo visitas à Tunísia, Holanda, Itália e França.
Durante a sua primeira estadia em Paris em 1906/07, Münter vê os quadros de Henri Matisse e outros fauvistas, o que a longo prazo muda o seu estilo. Em 1909 compra uma casa em Murnau am Staffelsee onde passa os verões com Kandisnky e onde recebem numerosos artistas do vanguardismo de  Munique como Alexej von Jawlensky, Franz Marc, August Macke e o compositor Arnold Schönberg.
Artisticamente, Münter começa a desenvolver um estilo abstrato próprio, com brilhantes cores sem misturar, formas fortes, tudo delineado por obscuras linhas de separação. Converte-se em fundadora da Neue Künstlervereinigung München (Nova união de artistas de Munique) iniciada por Kandinsky e que incluía o núcleo dos artistas do Blaue Reiter.
Durante a Primeira Guerra Mundial Kandinsky vê-se forçado a sair da Alemanha por ser cidadão de uma potência inimiga. Entre 1915 e 1920 Münter vive na Escandinávia. O seu último encontro com Kandinsky foi em 1916 em Estocolmo. A partir de 1917, Kandinsky rompe tudo contato e só anos mais tarde, Münter fica a saber que Kandinsky se casara novamente.
A partir de 1920 Münter vive alternativamente entre Colônia, Munique e Murnau. Devido a uma constante depressão, praticamente deixa de pintar. Durante um período de residência em Berlim, em 1925, produz reduzidos retratos de mulheres feitos em lápis. Só após uma longa estadia em Paris em 1929/30, a sua atividade criativa colhe novo impulso.
Em 1932 regressa à sua casa em Murnau onde vive com o historiador de arte, Johannes Eichner. Durante este período pinta, sobretudo, flores e obras abstratas. Em 1937 os nazistas proíbem-lhe expor, pelo qual se retira da vida pública. Durante a Segunda Guerra Mundial Gabriele Münter escondeu mais de 80 obras de Kandinsky e outros membros do Blaue Reiter, além de obras próprias, salvando-as da destruição. Estas pinturas obsequiou-as em 1957 à cidade de Munique, onde agora são exibidas na Lenbachhaus. Na atualidade, a sua casa em Murnau am Staffelsee também é museu.
Obras
Referências